terça-feira, 4 de dezembro de 2007

NATAL

UM FELIZ NATAL...
Para todos os meus amigos... os que estão perto e os que estão longe.
Para aqueles que vejo todos os dias e os que não vejo há anos...
Para aqueles que são felizes e, para os que sofrem... eu dedico este poema de Natal.

Natal,
Tempo de nascimento.
Hora do grito de amor e sofrimento!
Natal,
das velas nas janelas!
Natal,
das prendas nos sapatos!
Natal,
das mesas fartas, das bocas gulosas!
Natal.
Para ti, sem velas, sem prendas, sem mesas, sem árvores!
Natal.
Para ti, apenas o nascimento.
Hora do grito de amor e sofrimento!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

CONVITE

(clica na imagem)


A todos os meus amigos e, para todos aqueles que gostam de poesia, porque não dar um passeio pela bonita cidade de Águeda, almoçar por lá e, ir assistir ao lançamento do meu livro "Pedaços"?
Aproveita para passares um dia diferente!
Fico à vossa espera no próximo dia 17 de Novembro, às 15H, no Parque da Alta Vila.
Apareçam! Até lá!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Quentes e Molhados



O mar refresca a paixão dos corpos nus em comunhão.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Uma Imagem, mil sensações


Que sentimentos/sensações desperta em cada um de nós esta imagem ? Solidão... Paz... Beleza...

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Estamos no Outono

Hoje, ao cair da tarde reparei em ti. Estavas diferente.Teus braços mais leves, mas pendentes.
O teu verde da esperança, tinha agora a côr do fogo que aquece minhas noites.
Que mudança!
Estamos no Outono.


sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Num pizzicato dedilhar



TOCA MEU CORPO


Teus dedos percorrem meu corpo,
Num pizzicato dedilhar.
O som que vai transpirando,
É a música do prazer,
Em nossos corpos a tocar.

FÁ(z) de MI(m) tua musa,
Teu SOL.

Toca sem DÓ!

Toca em MI(m),
Bem LÁ no fundo,
Esta música sem RÉ(gra),
Sem tempo.
Em SI maior.
Toca meu corpo.
Teu órgão musical.


quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Caminhando...há 80 anos !



Devagar,
Bem devagar,
Vou caminhando
Sem saber
Se te vou encontrar.

O caminho é longo.
Não sei se vou chegar.
Se terei forças
Para te alcançar.

E, enquanto caminho
Pisando este chão.
Eu tenho a certeza:
Vou na tua direcção!

Vou caminhando,
Sempre... sem parar.
Sem olhar para o fim,
A fim de te alcançar.

Devagar,
Bem devagar
Vou chegando.
Vou bebendo,
Saciando,
Esta minha sede
De amor.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Bolinhas de Sabão


Bolinhas de sabão,
Vão pelo ar subindo...
Estes, meus sobrinhos são
Digam lá se não são lindos?
O Rafael, é como mel... sai à tia!
A Sarita, é a mais catita... sai à tia!
O Thierry, hum... hum ... ... sai à tia!
A Catherine, é a uma bomba... uma brasa ...sai à tia!

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

"PEDAÇOS", livro de poesia de Fátima Negrão e ilustração de Sãojosé





"PEDAÇOS", foi o título escolhido para o meu 1º livro de poesia, porque ele reflecte página a página, pedaços da minha vida.

Foi com pinceladas de Amor e Arte que a Sãojosé ilustrou alguns poemas, numa simbiose perfeita entre a escrita e o desenho.

É um livro de sentimentos e dos sentidos!

É esta fome de Amor,... é a música do Prazer, ...é o perfume dos Desejos,... é o calor dos Corpos, ...é esta sede de Vida!

Este livro é para ti também!

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Pássaro Errante

Pássaro errante
Voando, sem rumo
Rasgando o espaço
Furando o mundo.


Pássaro cantante
Piando sem dó
Percorrendo o espaço
Viajando só.


Pássaro amante
Gostando sem eco
Beijando o espaço
Evitando o beco


Pássaro pensante
Tentando sem fim
Preencher um espaço
Bem dentro de mim.

sábado, 22 de setembro de 2007

Poema "PEDAÇOS"

Pedaço de mim,
É amargura sentida.
É chão de capim.
É um sem fim de solidão.
O outro pedaço,
É ternura vivida.
É loucura.
É paixão desmedida.

Pedaço de mim,
É ilusão pura
Do meu ser
No teu leito,
Meu cansaço.
O outro pedaço,
É o calor intenso
Do amor em delírio.
É a paixão dos corpos,
Em combustão.

Pedaço de mim,
É choro.
É pranto.
O outro pedaço,
É o que faço,
Com beleza.
Meu canto!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007



Pássaro Errante pretende ser um espaço de partilha de ideias, sentimentos, cultura e entertenimento.

(Agosto 2007)

Texto: Fátima Negrão